Nossa Fruta Brasil realiza investimentos no mercado Potiguar

Há mais de 10 anos produzindo polpas de frutas e tendo como um de seus compromissos o resgate da fruticultura na região de Pereiro (interior do Ceará), a Nossa Fruta Brasil, empresa cearense, com atuação também também em Rio Grande do Norte, espera injetar este ano na agricultura familiar, 3,6 milhões de reais. O crescimento é de 20% em relação ao ano passado. 

"Temos investido no oeste do Rio Grande do Norte. Mossoró é uma praça importante e estamos nesse mercado há mais de quatro anos", comemora o diretor da Nossa Fruta Brasil, João Nogueira. Cada região é atendida de forma especializada, Nogueira explica ainda que a empresa procura ter uma proximidade com cada público. "Queremos fazer parte da comunidade, participamos de eventos regionais, e recentemente, estivemos presentes nos Festejos de Santa Luzia, em Mossoro", comenta.

Em 2017, o faturamento da Nossa Fruta Brasil foi de 18 milhões de reais. Nogueira ressalta que o crescimento médio da categoria é de 10% ao ano. A empresa processa em média anualmente 8 milhões de quilos de frutas e atua em 130 municípios distribuídos em seis estados (RN/PB/PE/AL/CE/BA), sendo 52 cidades só no Ceará. 
Temos toda uma rede mapeada de produtores, a fim de priorizar o incentivo à agricultura familiar não só no Ceará, mas em outras regiões. A ideia é aproveitar esse potencial, incorporando pequenos produtores à cadeia de abastecimento para a produção de polpa e, ao mesmo tempo, possibilitar impacto econômico e social positivo. Muitas vezes, um agricultor desses depende quase exclusivamente do Bolsa Família", destaca o diretor João Nogueira.

Produtos

A Nossa Fruta Brasil disponibiliza para os consumidores mais de 18 sabores de frutas, com destaque para a linha de sabores especiais como frutas vermelhas, gramoia, pitaya, caju pitaya e cacau. Essas delícias podem ser encontradas em embalagens de 200g e 1kg, fracionadas em 10 porções de 100g. 

A empresa dispõe de um processo técnico diferenciado, sendo uma das únicas que não pasteuriza o produto, além de não ter conservante e corante. Ainda sobre a atuação junto à agricultura familiar, a Nossa Fruta destaca que no caso do caju, por exemplo, a castanha é devolvida ao agricultor, que poderá utilizar o fruto para venda.
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