Ônibus de dois andares é transformado em um abrigo móvel para moradores de rua

Ian e Tammy Smith são os responsáveis por esse projeto incrível, desde que se conheceram eles amam ajudar aqueles que precisam. O relacionamento se baseia na preocupação com os mais necessitados, principalmente pessoas sem-teto e que vivem na rua.

Eles possuem muitos projetos de caridade, já entregaram café quente para as pessoas suportarem as noites frias de Gales e coletaram dinheiro para lhes dar comida e roupas quentes.

Foi quando viajaram para Bristol, na Inglaterra, que tiveram a ideia de transformar um dos clássicos ônibus vermelhos de dois andares em um abrigo para os sem-teto.

“Temos alimentado os sem-teto nos últimos quatro anos. Está se tornando cada vez mais comum e estamos vendo muito mais pessoas nas ruas”, disseram o casal.

Assim que voltaram da viagem, eles se encontraram com seus amigos da instituição “HOPE” e começaram a arrecadar fundos para criar sua própria versão de um abrigo móvel.

A jornada não foi fácil. Como a HOPE não é uma instituição de caridade certificada, eles não puderam solicitar fundos do governo para realizar sua ideia.

Dependendo apenas de doações de indivíduos, levando anos para conseguirem o dinheiro necessário.

Mas depois de muito tempo, Ian, Tammy e os outros voluntários finalmente tornaram seu sonho realidade. O ônibus HOPE possui 12 camas, cozinha, banheiros e chuveiros com água quente. Agora, o ônibus só precisa de alguns reparos para que possa funcionar sem problemas.

“O ônibus tem sido um trabalho árduo, mas valeu a pena. Queremos colocá-lo em ação antes do Natal. Ainda estamos procurando financiamento para os últimos reparos.”, Ian disse ao portal de notícias Wales Online.

A única preocupação, dizem eles, é conseguir dinheiro de maneira estável para pagar as contas de combustível, água e gás.

Com alguma sorte e contando com a bondade de sua comunidade, Ian e Tammy esperam que o ônibus HOPE esteja pronto para o Natal e faça das férias uma data quente, confortável e tranquila para quem mora nas ruas.

Com informações de UPSOCL
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