Apesar da postura serena, a defesa manifestou preocupação com possíveis interferências externas e eleitorais que possam comprometer a imparcialidade das investigações. Em nota, os advogados ressaltaram que não se pode permitir que interesses políticos contaminem os procedimentos investigativos ou o processo eleitoral, defendendo que eleições sejam decididas exclusivamente pelo voto.
Com a nova decisão, Lulinha passa a ser alvo de três frentes investigativas no STF. Além do inquérito autorizado por Dino, o ministro André Mendonça já havia liberado outras duas apurações relacionadas ao Ministério da Saúde e à Dataprev. As suspeitas envolvem tráfico de influência em favor do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, preso por desvio de recursos de aposentadorias.