Maurício Marques poderá ter apoios rejeitados após inelegibilidade

Por unanimidade, a corte eleitoral negou o recurso de Maurício Marques que tentava na justiça se livrar das pesadas consequências do enquadramento da lei complementar 135/2020, a famosa Lei da Ficha Limpa onde mantêm Maurício Marques inelegível, em ação movida pelo Ministério Público Eleitoral. 



O TCE reconheceu erros que acumularam prejuízo de mais de 150 milhões de reais quando Marques esteve à frente da CAERN como diretor. Esse fato, por si, já era o suficiente para enquadrar o ex-mandatário de Parnamirim na referida lei (Artigo 1º inciso I alínea g), e como penalidade estaria inelegível por 8 anos. 

Além deste fato, as contas do exercício de 2014 de Maurício foram julgadas como irregulares pela Câmara de Parnamirim, ocasião em que estava em seu segundo mandato. 

Com a candidatura negada, a política de Parnamirim ferve neste “fato novo” (esperado) e a pergunta que fica é: para onde vai Maurício? E como fica Tavera e professora Nilda? 

Parece que essa pergunta é fácil de responder. Alguns veículos de imprensa publicaram recentemente que Marques já apoiaria a candidatura de Nilda o que, teoricamente ameaçaria o prefeito Tavera, no entanto se esse apoio se concretizar Nilda sairá mais perdendo do que ganhando, afinal o desgaste do ex-prefeito Marques é tamanho que os indecisos de Parnamirim poderão se inclinar para a candidatura do atual prefeito Tavera juntamente com os decepcionados com a união Marques/Nilda. 

Aguardamos cenas dos próximos capítulos.
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